domingo, 29 de junho de 2008

Fraude e hipocrisia.


António Miguel Ferreira quebrou o “blackout” da Comissão Política do PSD Mealhada ao “Mealhada Moderna” e concedeu uma entrevista ao dito.

Suspeito que o facto radica na abolição do artigo de opinião de Breda Marques ao mesmo semanário.

O entrevistado fala em nome do Partido, suspeitando-se que César Carvalheira tenha ficado, repentinamente, afónico; ou então que tenha sido João Peres a indicá-lo.

Miguel Ferreira fez o que sempre faz: o que lhe mandam.

Mas debrucemo-nos sobre as 2 páginas entrecortadas com uma foto alindada pela camisa “Hugo Boss” e pela gravata “Pierre Cardin”.

Miranda Ferreira “esfola-se” por justificar o apagamento do Partido desde que a CPS foi eleita; fala de trabalho e mais trabalho interno e refere que este não se vê.
Somos tentados a concordar: não se vê, de facto.

Depois entretém-se num exercício estranho de imputar responsabilidades aos anteriores dirigentes do Partido; apelida a anterior CPS de falta representatividade e dinâmica e arquitecta uma teoria que, alegadamente, sustenta a ocorrência da antecipação de eleições internas para 11 de Abril deste ano.

Grave e deselegante é o ataque cerrado a Carlos Marques, onde o entrevistado se define como o “longa manus” de uma estratégia definida na antecâmara do poder.

Os actuais dirigentes do PSD não perseguem a unidade e o consenso e fazem-nos crer que tentam, hipocritamente, fazer passar um “chavão” que em nada se coaduna com a realidade.

Neste contexto, basta contrapor a atitude adoptada por Carlos Marques no Pós eleições com esta assumida por Miranda Ferreira.
Este fala num PSD letárgico e sem dignidade na Era Carlos Marques e assume a “apologia do nós”, perspectivando um Partido perfeito na Era César Carvalheira.

Mais disse que o anterior Presidente ignorou pura e simplesmente a actual estrutura não tendo feito “a passagem de turno” de forma conveniente.
Esta “pedra” além de injusta traz para a “praça pública” matérias que foram tratadas internamente, em plenário de militantes.
Nuno Canilho foi entregar nas mãos de César o “espólio” que guardara durante anos e que sonegara a todos os anteriores dirigentes do PSD Mealhada.

Lamentável e repugnante!

A Miguel Ferreira cola-se, subliminarmente, o pior dos defeitos: dizer o que lhe mandam e não o que sente.

Unidade e consenso assumem outras definições no contexto Cesariano: fraude e hipocrisia.

terça-feira, 24 de junho de 2008

...boca grande inexperiente.

Na última Assembleia Municipal, a 13 Junho 08, António Miguel Ferreira, eleito pelo PSD àquele órgão, levantou suspeitas que encerram uma gravidade extrema.

Afirmou que o têm abordado no sentido de a Câmara Municipal de Mealhada privilegiar a contratação de pessoas com afinidades, directas ou indirectas, ao Partido Socialista.
Os episódios reportar-se-ão a irregularidades nos concursos de admissão de trabalhadores em função de conotações familiares e profissionais com dirigentes Socialistas.

Considerou o Município como pessoa de bem e referiu não poder pactuar com meras insinuações, mas não se coibiu de solicitar, em tom intimidatório, a listagem de pessoal contratado a termo, a prazo e as avenças desde 2005.

Finalizou, aludindo ao prestígio e à credibilidade do Executivo Municipal e à necessidade de os preservar “intocáveis”.

Entendo que o Deputado Municipal agiu mal.

Se sob ponto de vista substancial poderia angariar um capital de queixa relativamente à gestão Socialista, sob ponto de vista formal deitou tudo a perder.

Referiu não pactuar com meras insinuações e estar preocupado com a honorabilidade da Câmara Municipal enquanto pessoa de bem, mas difundiu-as e “beliscou-a” de forma clara sem uma base de sustentação sólida e inequívoca.

E em plena sessão da Assembleia Municipal.

António Miguel Ferreira “ancorou-se” no “diz que disse” e esqueceu-se de um argumentário sólido e insuspeito que, habitualmente, provém da prova.
Para um advogado é um erro de palmatória e denota uma pueril e comprometedora forma de estar na política.

Mas o mais grave é que Miguel Ferreira colou o PSD à sua atitude, ficando os dois bastante mal “na fotografia”.

A honorabilidade e a isenção não se provam, constroem-se.

Ao invés, as acusações necessitam de bases sólidas de sustentação.


domingo, 22 de junho de 2008

Congressistas...


César Carvalheira e João Peres foram ao Congresso do PSD em Viana do Castelo como delegados eleitos pelo Concelho da Mealhada.

Andaram dois dias perdidos, pois foram para o Algarve, pensando que o Conclave se realizaria ali.

Vinham na viagem de regresso.
Coloquei um microfone no Mercedes, disfarçadamente…

- Como é que esta porra foi acontecer? Vociferou João Peres a César Carvalheira perdido da vida…
- Sei lá…sei lá…
César, empedernido de medo, tentava ocultar que o sucedido radicava na falta de chave do apartado do Partido e, na consequente, falta de leitura das cartas enviadas pela Nacional.

- O que diziam as cartas? Questionou Peres.
- Não as conseguimos levantar do correio. Respondeu Carvalheira a tremer.

- O quê??? Estás a falar a sério???
- Como é que isso é possível? Então não havia ninguém que as fosse buscar?

- Pois…
O Jacinto esqueceu onde é o posto dos correios; não se recorda.
O João Pires foi para o estrangeiro gozar uma viagem que a mulher ganhou na farmácia; diz que estas coisas não se podem desperdiçar.
O Miguel Ferreira diz que não tem tempo; anda a ensinar o Canilho a escrever e o tempo livre que tem (pouquíssimo…) aproveita-o para comprar fatos, gravatas e camisas.
Já lhe perguntei pelas meias e boxers, mas ele diz que se pode andar sujo e rasgado por dentro desde que se brilhe por fora…

- Isto está bonito, qualquer dia, num plenário, deito esta cambada toda abaixo e apoio o menino Mota à presidência do partido. Desabafou Peres.
- Ainda pedi ao Dr. Frias, mas a Feira de Artesanato e Gastronomia demorou uma semana…Tentou desculpar-se Carvalheira.

- Não pode ser… não pode ser…já viste que perdemos dois dias enquanto o Breda andou a negociar com a Manuela, com o Santana e com o Passos Coelho.
Vais ver que ainda consegue um lugar numa Multinacional a ganhar muito dinheiro.
E o meu Bruno na “Companhia da Brasa”…
- Não é isso que me preocupa – respondeu César – do que tenho medo é do Carlos Marques; acho que o tipo anda a preparar alguma coisa: não nos critica, afirmou querer trabalhar com a Comissão Política e está a falar com os militantes…
Isto é que me preocupa.
E fica descansado que o teu Bruno já tem o lugar seguro, é só apear o puto do Luso; está tudo pensado…

- Porra… não consigo resolver o problema do Hospital, o Carnaval só me dá chatices e agora o meu filho ainda vai ver o lugar de deputado por um canudo…
Razão tem o Marqueiro…razão tem o Marqueiro…
- Oh Peres, tem calma que eu resolvo essas situações; dá-me só algum tempo…

- Não! Vais de charola não tarda nada…
Olha liga aí ao Jacinto que acho que me enganei na estrada.
E foram ter a Marrocos…

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Pérolas...


Aqueles que, insistentemente, têm afirmado que a Comissão Política do PSD Mealhada não toma posições políticas, estão a ser injustos.

Procurei de forma veemente, no meu arquivo, um argumento que contrariasse essa ideia e consegui encontrar:

Na passada sexta feira, dia 13 de Junho 08, em plena Assembleia Municipal, o 1º Vice-presidente do PSD Mealhada, António Miguel Ferreira, apelidou José Cadete (vogal do dito Órgão, eleito pela CDU) de SEPARATISTA.

É verdade, SEPARATISTA!!!!

A alocução, contendo o termo, motivou, aliás, reuniões preparatórias da Comissão Política que se estenderam durante todo o mês de Maio e, ainda, uns diazitos de Abril e foi sustentada em declarações de José Cadete acerca da sua terra natal – a Pampilhosa.

Ouvido pelo “Diário do Burgo”, António Miguel Ferreira afirmou haver, já, a definição de uma estratégia para “aniquilar” o vogal da CDU, isto tendo em conta o perigo que ele representa para o partido e para o Concelho.

A Pampilhosa ficará “debaixo do olho” do PSD Mealhada, afirmou “a mão direita” de César Carvalheira.

Fontes bem posicionadas referem que a JSD, de Bruno Coimbra, vai fazer o patrulhamento da zona Norte da Freguesia.

Fernando Marques, em representação dos Núcleos Residenciais do Partido (que não têm tido descanso com a liderança actual), fará o patrulhamento da zona Sul.

Pedida a colaboração a Mano Soares, para financiar a operação, este terá dito:
“Não faço nada por uma razão de mera inércia!”

quarta-feira, 18 de junho de 2008

O exemplo!


O que eles disseram:

O nosso programa:

. Apoio à Juventude Social-Democrata.
.Valorização do papel e da opinião da JSD na vida da estrutura.
.Apoio económico-financeiro às actividades da JSD. Incremento da colaboração com as estruturas distrital e nacional da JSD.

Reunião com a jsd:

A candidatura à Comissão Política da Secção da Mealhada do PSD liderada por César Carvalheira reuniu no último Sábado – 22/03/2008 – com a JSD Mealhada.

Esta reunião, que contou com a presença do cabeça de lista César Carvalheira, com o primeiro Vice-presidente António Miguel Ferreira e com um dos Vice-Presidentes à Mesa do Plenário, João Pires, foi transformada em sessão de esclarecimento e teve por objectivo explicitar todos os antecedentes que precederam a candidatura, nomeadamente o envolvimento dos mais destacados militantes na criação duma lista de UNIDADE e CONSENSO, bem como dar conta a esta organização partidária juvenil dos principais projectos que César Carvalheira e a sua equipa pretendem desenvolver nos próximos dois anos caso mereçam a confiança dos militantes nas eleições que se realizarão no próximo dia 11 de Abril.

Naquilo que se pretende venha a ser uma estreita colaboração com a juventude partidária, César Carvalheira colocou acento tónico no seu ante-projecto de candidatura onde se espera uma maior intervenção da juventude nas questões partidárias, aliada a uma maior proximidade com os problemas do concelho e com todos os Munícipes.

No fundo, pretendeu-se mostrar à JSD que o trabalho realizado por esta candidatura não é duma facção minoritária do Partido. É antes um projecto aglutinador que só pode ter sucesso com a colaboração, seja das estruturas concelhias do PSD – JSD e Núcleos – seja do mais anónimo dos militantes. Um projecto que se alheia das rivalidade internas, e trilha o seu caminho com a concretização das suas ideias para tornar o PSD séria alternativa nas próximas eleições autárquicas.

O concelho da Mealhada com os jovens e com o PSD:

É com os jovens do concelho da Mealhada, das oito freguesias do concelho, que queremos estabelecer um pacto.Para isso contaremos com o apoio da estrutura e dos dirigentes da JSD da Mealhada. Dirigentes que têm tido um trabalho a nível distrital por todos elogiado e feito na Mealhada um trabalho notório e de qualidade assumindo muitas vezes posições de maior responsabilidade e qualidade que a liderança do partido.Com os jovens e para os jovens, com o PSD.

O que eles fizeram:

Filiaram na JSD um grupo de 40 jovens para apear Bruno Coimbra da liderança e instalar o cacique, perspectivando as eleições lá para o fim do ano.

O que preparam para o futuro na JSD:

Moção de censura que derrube a JSD; eleições antecipadas e instalação do cacique.

Quem são eles?

São os construtores da unidade e do consenso!

terça-feira, 17 de junho de 2008

O Bo(m)bo...


O Vereador Breda Marques voltou aos “tablóides” locais para dar uma entrevista, desta vez ao Mealhada Moderna.

Dizem as más-línguas que foi a maneira que encontrou de tornear a dificuldade imposta pela Comissão Política Concelhia do PSD, ao “exigir” a Isabel Moreira que retirasse o artigo periódico de Breda Marques naquele jornal.

Mas analisemos o que diz Breda:

No intróito o Vereador afirma que olhar pela sua empresa (os tempos vão difíceis…) e incrementar a colaboração que tem vindo a dar a uma Multinacional são razões mais que suficientes para este afastamento – entenda-se suspensão do Mandato de Vereador por 90 dias.

Até aqui tudo bem, ou se calhar tudo mal para ele, porque isto de “lutar pela vida” está cada vez mais difícil.

O que se segue é, uma vez mais, um exercício da mais pura incoerência política, deixando antever que Breda Marques foi o mais penalizado por uma trama que ele próprio teceu.

Diz-se “à boca cheia” que o Vereador pensou que Carlos Marques fosse um Presidente de transição e que, chegada a altura, este faria o que ele mandasse, ou seja, indicá-lo-ia como candidato à Câmara Municipal.

Assim não aconteceu e Breda tratou de “Louzanizar” Carlos Marques.
Tratou de dividir, até onde lhe foi possível, a anterior Comissão Política e levou “os troféus” a César Carvalheira, com o qual encetou uma estranha união, dificilmente entendível por quase todos os militantes do PSD Mealhada.

Vem agora dizer que tem reservas quanto à actual Comissão Política, que o rumo traçado não é o mais correcto e que César Carvalheira não é uma boa escolha como candidato laranja à CMM.

A rematar vem a hipocrisia:
“ …não há nenhum militante que possa dizer que lhe pedi que votasse em César Carvalheira…”

Uma verdadeira pérola; um atentado à inteligência dos militantes do seu partido e um hipócrita exercício de “virgindade de carácter”…

O que Breda não sabe é que foi “desflorado” pelos seus próprios funcionários e por alguns militantes mais chegados;

O que quer esconder é o buliço do pai (em dia de eleições) na carrinha de César Carvalheira a acartar a família da Lameira até ao Centro Comercial Jardim;

Talvez tente ocultar as palavras da própria mãe à boca da urna: “Deus queira que eu não me arrependa!”

Tenho receio que, com este seu mais recente percurso, seja apelidado de “bobo” e não de “bombo”.

Mas também tenho a sensação que o próprio Breda Marques já se apercebeu disso…


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Cheira mal no Concelho...


Pois é...
Continua a "saga dos maus cheiros" no Concelho da Mealhada.
Carlos Cabral continua a "chutar para canto" eximindo-se de tomar uma atitude que urge.
Vai aparecendo em jornais locais, regionais e nacionais e, agora, até teve honras de telejornal.
Pode-se dizer que o edil vai aproveitando o mau cheiro para promover a sua imagem...
Na oposição o cheiro é diferente...
César Carvalheira, aquando da sua candidatura à liderança do PSD Mealhada, entre outras coisas de grande monta, prometeu acabar com os maus cheiros que "irritam" o Concelho.
Mas tarda a ver-se qualquer iniciativa do partido nessa matéria.
Nessa e em qualquer outra, diga-se de passagem.
Carlos Cabral tem inspirado profundamente.
César Carvalheira "anda surdo do nariz".
Nas próximas eleições acho que vou votar no tipo da vacaria e da pocilga.

sábado, 14 de junho de 2008

VRUMMMM...


Faltam cerca de 12 meses para as eleições autárquicas.

Tudo, ou quase tudo, me parece decidido em termos de candidaturas à Câmara Municipal de Mealhada por parte dos dois grandes partidos mais representativos do Concelho.

Carlos Cabral será candidato pelo PS.

O Edil tem gerido com mestria as investidas de Marqueiro “escudando-se” no costume interno do partido que, invariavelmente, decide por quem está no poder.
De boas contas, Cabral reservou para 2009 dinheiro suficiente para um “portfólio executivo” que “encherá o olho” do eleitor.
Ademais, tem promovido uma dinâmica pouco vista em mandatos anteriores da sua responsabilidade; as “Quatro Maravilhas”, o “projecto Luso inova”, o projecto “revitalização das termas do Luso” são iniciativas de médio e longo prazo que poderão granjear para o Concelho mais valias importantes.

Marqueiro tem “definhado” na teia que tentou tecer a Cabral; sub-repticiamente construiu “castelos de areia” em redor de uma vontade indómita de regressar ao local onde foi feliz.
Todos se foram desmoronando ao sabor de ondas mais ou menos ritmadas pelo destino:
O ex-presidente da CMM poderá ter “um bom carro para percorrer a estrada”, mas muito dificilmente chegará ao destino.
E Cabral retirará quatro anos ao convívio com os netos em nome da construção de uma alternativa a si e, sobretudo, a Marqueiro.
É que ele não esquece…

César Carvalheira será candidato pelo PSD.

Na oposição tudo é mais confuso e difícil de analisar, mas creio que César, “mesmo de bicicleta”, chegará ao destino.
Saído de uma eleição em que ganhou, inquestionavelmente, o ”bulldozer” dá vida e alimenta um sonho antigo: simplesmente ser candidato à CMM.
Mas houve um erro de cálculo: escolheu mal os “companheiros de viagem”.
Bem vistas as coisas as hipóteses de vitória obrigavam a esse sacrifício, pensando César que “tinha bagagem” para gerir um ninho de vespas.
Não tem tido e não terá e o que o angustia é a assumpção dessa realidade.

O partido vai sendo tudo menos uma alternativa de poder no Concelho e todos se vão apercebendo disso, por fora e por dentro.
Chegada a hora da escolha César vai querer “sair da estrada” mas haverá sempre alguém que o “colocará dentro do carro”, “apertará o cinto de segurança” e lhe dará um empurrãozinho…
Na “berma” alguns estarão á espera do estrondo que se ouvirá, então, na altura.

Tudo se passa de forma análoga à Fórmula 1; bons carros, maus carros, bons condutores, maus condutores e uma bandeira de xadrez.

E uma bicicleta...
E pronto, tudo será mais ou menos assim, apenas se esperando uma ou outra operação de cosmética de somemos importância.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Narcísismo temperado com incoerência.


Gonçalo Breda Marques suspendeu o seu mandato de Vereador na Câmara Municipal de Mealhada.
Analisemos o facto político, recuando alguns meses:
É por demais sabido que para a demissão de Carlos Marques muito terá contribuído Breda Marques que, usando toda a sua matreirice, quis "queimar em lume brando" o anterior líder do PSD Mealhada quando soube que este não "se levantaria da cadeira" quando e como Breda entendesse.
Breda dava a conhecer todo o esplendor do traço narcísico da sua personalidade: " depois de mim o caos!..." terá pensado.
Carlos Marques provocou eleições antecipadas e consumou o divórcio; decidiu "correr sozinho" abdicando de uma ligação onde, decididamente, deu tudo.
Tinha o caminho minado e sabia-o bem; perspectivou, depois das eleições, o comportamento de Breda...e o futuro deu-lhe razão!
O cenário que se seguiu é de uma incoerência atroz por parte do Vereador Breda Marques.
Cola-se a Carvalheira numa eleição onde todo o seu "staff" tenta, desesperadamente, angariar votos (e membros para a lista ) para uma candidatura que reúne todos aqueles que o "infernizaram" ao longo dos anteriores seis anos.
Abandona e deixa à sua sorte aqueles que sempre o acompanharam em batalhas anteriores; tem dificuldades em explicar-se e cada vez mais se entende menos...
César ganha e Breda continua o "carrossel da incoerência"; dias depois já está a "envenenar" o caminho da actual Comissão Política recebendo desta, como "prémio", uma repreensão escrita na "novela" dos Mandatários Concelhios.
O clima é cada vez mais crispado entre o Vereador e o partido, havendo quem diga que César aguarda uma boa oportunidade para "romper de vez" este casamento de conveniência entre ambos.
Fontes previlegiadas afirmam que o Presidente da Comissão Política está bem "escudado" pelos seus, que estão cada vez mais fartos dos "joguinhos" de Breda.
Será esta a oportunidade?
Breda Marques abandona, assim, a Câmara assumindo-se como um personagem narcísico e incoerente.
Não me parece que a sua falta se fará notar, pois bem vistas as coisas é o Vereador mais faltoso dos últimos sete anos.
Mas vai destruindo, minando,"jogando"...
E o PSD Mealhada a definhar, dia após dia...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Decidi dar-vos uma ajuda...


Ultimamente temos sido bombardeados com diversas atoardas, regra geral de mau gosto.
Todo e qualquer post aqui colocado tem motivado uma série de comentários que desaguam, invariávelmente, na possível identidade do "Burguês".
Tenho tido receio que se esforcem demasiado e que vos falte tempo para outras coisas, essas sim importantes nas vossas vidas.
Como tal, decidi dar-vos uma ajuda...

sábado, 7 de junho de 2008

Começa hoje...


Mais de dez milhões irmanados pelo desejo da vitória.
Força Portugal!

Duvidam?



E se Rui Marqueiro for o candidato do PSD à Câmara Municipal de Mealhada em 2009?

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Juventude inquieta?


A JSD da Mealhada decidiu antecipar as eleições para o dia 28 de Junho.
Bruno Coimbra já se assumiu como candidato, mas "fontes" do "Diário do Burgo" dão como certa outra candidatura aos Órgãos locais.
Os motivos evocados pela estrutura são atendíveis e bem escalonados, deixando antever uma posição adulta e amadurecida, pese embora seja emanada de Homens e Mulheres de tenra idade.
Recordando o acto eleitoral Sénior do Partido no Burgo, apetece-me fazer um comentário em jeito de aviso:
"Cuidado Bruno Coimbra o cacique está instalado!..."
De qualquer forma, saudações democráticas e sucesso para o acto eleitoral é o que desejo a este grupo de jovens que aprendi a apreciar.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Estranho...



" Não falo para o Mealhada Moderna."

César Carvalheira in "Mealhada Moderna".

terça-feira, 3 de junho de 2008

Mobilização e esperança ou depressão profunda?


No passado dia 31 de Maio o PSD foi a votos, para escolher o seu líder nacional.
Manuela Ferreira Leite foi a escolhida; escolha que ditou que os três candidatos ficassem na casa dos 30 %.
Seis pontos percentuais separaram Manuela de Passos e um separou este de Santana.
Passos Coelho promete fazer o que se espera de um candidato derrotado: colocar-se ao lado de quem venceu em nome do partido e de Portugal.
Santana, uma vez mais, entra em reflexão profunda.
À líder deseja-se e pede-se que traga uma nova esperança, não só aos Social-democratas como a Portugal.
Temo que não seja fácil a vida de Ferreira Leite e sinto que até na orla dos apoios que recolheu terá vozes críticas mais cedo ou mais tarde.
Mas…aguardo.
Pelo Burgo, César Carvalheira vê vencer quem a Comissão Política apoiou, se bem que se diga que 75 votos entre cerca de 500 militantes é manifestamente pouco.
Dificuldades de mobilização ou um sinal de desilusão, por parte dos militantes, face á inacção da estrutura e aos hilariantes episódios das cartas e mandatários?
Mas fico com a sensação que quem venceu foi João Peres…
Santana recolheu de Pinheiro 42 votos; um fraco pecúlio para quem se tem em tão boa conta e se diz mover muito bem nos meandros da militância.
Pinheiro nunca foi sozinho a votos mas terá ficado com uma ideia clara do que vale.
Uma das grandes desilusões foi Nuno Canilho no “braço dado” a Passos Coelho; apenas 15 preferências recolheram os jovens.
Muito, mas mesmo muito, abaixo dos resultados nacionais.
Sinal claro que as atitudes coevas de Canilho têm ido em sentido contrário ao desejado; um pouco de ponderação e uma análise mais cuidada às circunstâncias poderão ajudar no futuro.
O grande derrotado foi Breda Marques que “foi e deixou de ser” mandatário “enquanto o diabo esfregou um olho” e ficou afastado da contenda eleitoral.
Mas isso é o que ele tem vindo a fazer ultimamente…