António Miguel Ferreira quebrou o “blackout” da Comissão Política do PSD Mealhada ao “Mealhada Moderna” e concedeu uma entrevista ao dito.
Suspeito que o facto radica na abolição do artigo de opinião de Breda Marques ao mesmo semanário.
O entrevistado fala em nome do Partido, suspeitando-se que César Carvalheira tenha ficado, repentinamente, afónico; ou então que tenha sido João Peres a indicá-lo.
Miguel Ferreira fez o que sempre faz: o que lhe mandam.
Mas debrucemo-nos sobre as 2 páginas entrecortadas com uma foto alindada pela camisa “Hugo Boss” e pela gravata “Pierre Cardin”.
Miranda Ferreira “esfola-se” por justificar o apagamento do Partido desde que a CPS foi eleita; fala de trabalho e mais trabalho interno e refere que este não se vê.
Somos tentados a concordar: não se vê, de facto.
Depois entretém-se num exercício estranho de imputar responsabilidades aos anteriores dirigentes do Partido; apelida a anterior CPS de falta representatividade e dinâmica e arquitecta uma teoria que, alegadamente, sustenta a ocorrência da antecipação de eleições internas para 11 de Abril deste ano.
Grave e deselegante é o ataque cerrado a Carlos Marques, onde o entrevistado se define como o “longa manus” de uma estratégia definida na antecâmara do poder.
Os actuais dirigentes do PSD não perseguem a unidade e o consenso e fazem-nos crer que tentam, hipocritamente, fazer passar um “chavão” que em nada se coaduna com a realidade.
Neste contexto, basta contrapor a atitude adoptada por Carlos Marques no Pós eleições com esta assumida por Miranda Ferreira.
Este fala num PSD letárgico e sem dignidade na Era Carlos Marques e assume a “apologia do nós”, perspectivando um Partido perfeito na Era César Carvalheira.
Mais disse que o anterior Presidente ignorou pura e simplesmente a actual estrutura não tendo feito “a passagem de turno” de forma conveniente.
Suspeito que o facto radica na abolição do artigo de opinião de Breda Marques ao mesmo semanário.
O entrevistado fala em nome do Partido, suspeitando-se que César Carvalheira tenha ficado, repentinamente, afónico; ou então que tenha sido João Peres a indicá-lo.
Miguel Ferreira fez o que sempre faz: o que lhe mandam.
Mas debrucemo-nos sobre as 2 páginas entrecortadas com uma foto alindada pela camisa “Hugo Boss” e pela gravata “Pierre Cardin”.
Miranda Ferreira “esfola-se” por justificar o apagamento do Partido desde que a CPS foi eleita; fala de trabalho e mais trabalho interno e refere que este não se vê.
Somos tentados a concordar: não se vê, de facto.
Depois entretém-se num exercício estranho de imputar responsabilidades aos anteriores dirigentes do Partido; apelida a anterior CPS de falta representatividade e dinâmica e arquitecta uma teoria que, alegadamente, sustenta a ocorrência da antecipação de eleições internas para 11 de Abril deste ano.
Grave e deselegante é o ataque cerrado a Carlos Marques, onde o entrevistado se define como o “longa manus” de uma estratégia definida na antecâmara do poder.
Os actuais dirigentes do PSD não perseguem a unidade e o consenso e fazem-nos crer que tentam, hipocritamente, fazer passar um “chavão” que em nada se coaduna com a realidade.
Neste contexto, basta contrapor a atitude adoptada por Carlos Marques no Pós eleições com esta assumida por Miranda Ferreira.
Este fala num PSD letárgico e sem dignidade na Era Carlos Marques e assume a “apologia do nós”, perspectivando um Partido perfeito na Era César Carvalheira.
Mais disse que o anterior Presidente ignorou pura e simplesmente a actual estrutura não tendo feito “a passagem de turno” de forma conveniente.
Esta “pedra” além de injusta traz para a “praça pública” matérias que foram tratadas internamente, em plenário de militantes.
Nuno Canilho foi entregar nas mãos de César o “espólio” que guardara durante anos e que sonegara a todos os anteriores dirigentes do PSD Mealhada.
Lamentável e repugnante!
A Miguel Ferreira cola-se, subliminarmente, o pior dos defeitos: dizer o que lhe mandam e não o que sente.
Unidade e consenso assumem outras definições no contexto Cesariano: fraude e hipocrisia.
Nuno Canilho foi entregar nas mãos de César o “espólio” que guardara durante anos e que sonegara a todos os anteriores dirigentes do PSD Mealhada.
Lamentável e repugnante!
A Miguel Ferreira cola-se, subliminarmente, o pior dos defeitos: dizer o que lhe mandam e não o que sente.
Unidade e consenso assumem outras definições no contexto Cesariano: fraude e hipocrisia.














