
O PSD da Mealhada actual tem, realmente, características inusitadas para nos fazer rir.
Começo a pensar qual o seu modo de actuação (?) mais contraproducente: se não fazer, pura e simplesmente, nada (aquilo que mais têm feito neste quase ano de mandato!) ou fazer algo.
Não fazer nada de intervenção politica pode fazer com que os eleitores esqueçam o partido como hipótese governativa; a falta de uma oposição assídua e consistente e a ausência de propostas alternativas para isso concorrem.
Fazer algo tem sido mais preocupante, ainda.
O caso contratados da Câmara Municipal; o “caso Calhôa”; a retirada de confiança politica aos Vereadores Breda Marques e Carlos Marques; os convites múltiplos para a escolha de candidato (com o expoente máximo a surgir da expressão de Carvalheira: “só um doido aceitará ser candidato pelo PSD”.) são exemplos na memória de todos nós.
Surge agora um novo episódio caricato em torno de um Plenário de militantes.
Segundo me “ventilaram” estaria agendada uma reunião magna dos Social-democratas para o passado dia 24 à noite; esta convocatória foi feita num jornal local sem se remeterem convocatórias, com ordem de trabalhos, para todos os militantes, facto que, julgo, era usual no partido.
Estranhamente nesse dia nada se passou, tendo havido, inclusive, militantes que se dirigiram á sede dos Bombeiros da Mealhada (local marcado) e deram com o “nariz na porta”.
Segundo sei até à data nada mais se sabe sobre o assunto.
Deixo aqui uma sugestão aos militantes do PSD Mealhada: perguntem ao Dr. Rui Marqueiro quando é o Plenário do PSD…
A César Carvalheira e seu séquito um apontamento: quem propala a unidade e o consenso; quem afirma que vai aglutinar os militantes do partido em torno de um projecto para 30 anos; quem fala em trazer jovens e mulheres para a vida pública e partidária e quem diz que o património do PSD Mealhada é a sua militância, não pode agir deste modo.
Sou obrigado a evocar o Pinóquio…
Começo a pensar qual o seu modo de actuação (?) mais contraproducente: se não fazer, pura e simplesmente, nada (aquilo que mais têm feito neste quase ano de mandato!) ou fazer algo.
Não fazer nada de intervenção politica pode fazer com que os eleitores esqueçam o partido como hipótese governativa; a falta de uma oposição assídua e consistente e a ausência de propostas alternativas para isso concorrem.
Fazer algo tem sido mais preocupante, ainda.
O caso contratados da Câmara Municipal; o “caso Calhôa”; a retirada de confiança politica aos Vereadores Breda Marques e Carlos Marques; os convites múltiplos para a escolha de candidato (com o expoente máximo a surgir da expressão de Carvalheira: “só um doido aceitará ser candidato pelo PSD”.) são exemplos na memória de todos nós.
Surge agora um novo episódio caricato em torno de um Plenário de militantes.
Segundo me “ventilaram” estaria agendada uma reunião magna dos Social-democratas para o passado dia 24 à noite; esta convocatória foi feita num jornal local sem se remeterem convocatórias, com ordem de trabalhos, para todos os militantes, facto que, julgo, era usual no partido.
Estranhamente nesse dia nada se passou, tendo havido, inclusive, militantes que se dirigiram á sede dos Bombeiros da Mealhada (local marcado) e deram com o “nariz na porta”.
Segundo sei até à data nada mais se sabe sobre o assunto.
Deixo aqui uma sugestão aos militantes do PSD Mealhada: perguntem ao Dr. Rui Marqueiro quando é o Plenário do PSD…
A César Carvalheira e seu séquito um apontamento: quem propala a unidade e o consenso; quem afirma que vai aglutinar os militantes do partido em torno de um projecto para 30 anos; quem fala em trazer jovens e mulheres para a vida pública e partidária e quem diz que o património do PSD Mealhada é a sua militância, não pode agir deste modo.
Sou obrigado a evocar o Pinóquio…






