quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Regresso...


Estou a pensar regressar...

domingo, 29 de junho de 2008

Fraude e hipocrisia.


António Miguel Ferreira quebrou o “blackout” da Comissão Política do PSD Mealhada ao “Mealhada Moderna” e concedeu uma entrevista ao dito.

Suspeito que o facto radica na abolição do artigo de opinião de Breda Marques ao mesmo semanário.

O entrevistado fala em nome do Partido, suspeitando-se que César Carvalheira tenha ficado, repentinamente, afónico; ou então que tenha sido João Peres a indicá-lo.

Miguel Ferreira fez o que sempre faz: o que lhe mandam.

Mas debrucemo-nos sobre as 2 páginas entrecortadas com uma foto alindada pela camisa “Hugo Boss” e pela gravata “Pierre Cardin”.

Miranda Ferreira “esfola-se” por justificar o apagamento do Partido desde que a CPS foi eleita; fala de trabalho e mais trabalho interno e refere que este não se vê.
Somos tentados a concordar: não se vê, de facto.

Depois entretém-se num exercício estranho de imputar responsabilidades aos anteriores dirigentes do Partido; apelida a anterior CPS de falta representatividade e dinâmica e arquitecta uma teoria que, alegadamente, sustenta a ocorrência da antecipação de eleições internas para 11 de Abril deste ano.

Grave e deselegante é o ataque cerrado a Carlos Marques, onde o entrevistado se define como o “longa manus” de uma estratégia definida na antecâmara do poder.

Os actuais dirigentes do PSD não perseguem a unidade e o consenso e fazem-nos crer que tentam, hipocritamente, fazer passar um “chavão” que em nada se coaduna com a realidade.

Neste contexto, basta contrapor a atitude adoptada por Carlos Marques no Pós eleições com esta assumida por Miranda Ferreira.
Este fala num PSD letárgico e sem dignidade na Era Carlos Marques e assume a “apologia do nós”, perspectivando um Partido perfeito na Era César Carvalheira.

Mais disse que o anterior Presidente ignorou pura e simplesmente a actual estrutura não tendo feito “a passagem de turno” de forma conveniente.
Esta “pedra” além de injusta traz para a “praça pública” matérias que foram tratadas internamente, em plenário de militantes.
Nuno Canilho foi entregar nas mãos de César o “espólio” que guardara durante anos e que sonegara a todos os anteriores dirigentes do PSD Mealhada.

Lamentável e repugnante!

A Miguel Ferreira cola-se, subliminarmente, o pior dos defeitos: dizer o que lhe mandam e não o que sente.

Unidade e consenso assumem outras definições no contexto Cesariano: fraude e hipocrisia.

terça-feira, 24 de junho de 2008

...boca grande inexperiente.

Na última Assembleia Municipal, a 13 Junho 08, António Miguel Ferreira, eleito pelo PSD àquele órgão, levantou suspeitas que encerram uma gravidade extrema.

Afirmou que o têm abordado no sentido de a Câmara Municipal de Mealhada privilegiar a contratação de pessoas com afinidades, directas ou indirectas, ao Partido Socialista.
Os episódios reportar-se-ão a irregularidades nos concursos de admissão de trabalhadores em função de conotações familiares e profissionais com dirigentes Socialistas.

Considerou o Município como pessoa de bem e referiu não poder pactuar com meras insinuações, mas não se coibiu de solicitar, em tom intimidatório, a listagem de pessoal contratado a termo, a prazo e as avenças desde 2005.

Finalizou, aludindo ao prestígio e à credibilidade do Executivo Municipal e à necessidade de os preservar “intocáveis”.

Entendo que o Deputado Municipal agiu mal.

Se sob ponto de vista substancial poderia angariar um capital de queixa relativamente à gestão Socialista, sob ponto de vista formal deitou tudo a perder.

Referiu não pactuar com meras insinuações e estar preocupado com a honorabilidade da Câmara Municipal enquanto pessoa de bem, mas difundiu-as e “beliscou-a” de forma clara sem uma base de sustentação sólida e inequívoca.

E em plena sessão da Assembleia Municipal.

António Miguel Ferreira “ancorou-se” no “diz que disse” e esqueceu-se de um argumentário sólido e insuspeito que, habitualmente, provém da prova.
Para um advogado é um erro de palmatória e denota uma pueril e comprometedora forma de estar na política.

Mas o mais grave é que Miguel Ferreira colou o PSD à sua atitude, ficando os dois bastante mal “na fotografia”.

A honorabilidade e a isenção não se provam, constroem-se.

Ao invés, as acusações necessitam de bases sólidas de sustentação.


domingo, 22 de junho de 2008

Congressistas...


César Carvalheira e João Peres foram ao Congresso do PSD em Viana do Castelo como delegados eleitos pelo Concelho da Mealhada.

Andaram dois dias perdidos, pois foram para o Algarve, pensando que o Conclave se realizaria ali.

Vinham na viagem de regresso.
Coloquei um microfone no Mercedes, disfarçadamente…

- Como é que esta porra foi acontecer? Vociferou João Peres a César Carvalheira perdido da vida…
- Sei lá…sei lá…
César, empedernido de medo, tentava ocultar que o sucedido radicava na falta de chave do apartado do Partido e, na consequente, falta de leitura das cartas enviadas pela Nacional.

- O que diziam as cartas? Questionou Peres.
- Não as conseguimos levantar do correio. Respondeu Carvalheira a tremer.

- O quê??? Estás a falar a sério???
- Como é que isso é possível? Então não havia ninguém que as fosse buscar?

- Pois…
O Jacinto esqueceu onde é o posto dos correios; não se recorda.
O João Pires foi para o estrangeiro gozar uma viagem que a mulher ganhou na farmácia; diz que estas coisas não se podem desperdiçar.
O Miguel Ferreira diz que não tem tempo; anda a ensinar o Canilho a escrever e o tempo livre que tem (pouquíssimo…) aproveita-o para comprar fatos, gravatas e camisas.
Já lhe perguntei pelas meias e boxers, mas ele diz que se pode andar sujo e rasgado por dentro desde que se brilhe por fora…

- Isto está bonito, qualquer dia, num plenário, deito esta cambada toda abaixo e apoio o menino Mota à presidência do partido. Desabafou Peres.
- Ainda pedi ao Dr. Frias, mas a Feira de Artesanato e Gastronomia demorou uma semana…Tentou desculpar-se Carvalheira.

- Não pode ser… não pode ser…já viste que perdemos dois dias enquanto o Breda andou a negociar com a Manuela, com o Santana e com o Passos Coelho.
Vais ver que ainda consegue um lugar numa Multinacional a ganhar muito dinheiro.
E o meu Bruno na “Companhia da Brasa”…
- Não é isso que me preocupa – respondeu César – do que tenho medo é do Carlos Marques; acho que o tipo anda a preparar alguma coisa: não nos critica, afirmou querer trabalhar com a Comissão Política e está a falar com os militantes…
Isto é que me preocupa.
E fica descansado que o teu Bruno já tem o lugar seguro, é só apear o puto do Luso; está tudo pensado…

- Porra… não consigo resolver o problema do Hospital, o Carnaval só me dá chatices e agora o meu filho ainda vai ver o lugar de deputado por um canudo…
Razão tem o Marqueiro…razão tem o Marqueiro…
- Oh Peres, tem calma que eu resolvo essas situações; dá-me só algum tempo…

- Não! Vais de charola não tarda nada…
Olha liga aí ao Jacinto que acho que me enganei na estrada.
E foram ter a Marrocos…

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Pérolas...


Aqueles que, insistentemente, têm afirmado que a Comissão Política do PSD Mealhada não toma posições políticas, estão a ser injustos.

Procurei de forma veemente, no meu arquivo, um argumento que contrariasse essa ideia e consegui encontrar:

Na passada sexta feira, dia 13 de Junho 08, em plena Assembleia Municipal, o 1º Vice-presidente do PSD Mealhada, António Miguel Ferreira, apelidou José Cadete (vogal do dito Órgão, eleito pela CDU) de SEPARATISTA.

É verdade, SEPARATISTA!!!!

A alocução, contendo o termo, motivou, aliás, reuniões preparatórias da Comissão Política que se estenderam durante todo o mês de Maio e, ainda, uns diazitos de Abril e foi sustentada em declarações de José Cadete acerca da sua terra natal – a Pampilhosa.

Ouvido pelo “Diário do Burgo”, António Miguel Ferreira afirmou haver, já, a definição de uma estratégia para “aniquilar” o vogal da CDU, isto tendo em conta o perigo que ele representa para o partido e para o Concelho.

A Pampilhosa ficará “debaixo do olho” do PSD Mealhada, afirmou “a mão direita” de César Carvalheira.

Fontes bem posicionadas referem que a JSD, de Bruno Coimbra, vai fazer o patrulhamento da zona Norte da Freguesia.

Fernando Marques, em representação dos Núcleos Residenciais do Partido (que não têm tido descanso com a liderança actual), fará o patrulhamento da zona Sul.

Pedida a colaboração a Mano Soares, para financiar a operação, este terá dito:
“Não faço nada por uma razão de mera inércia!”

quarta-feira, 18 de junho de 2008

O exemplo!


O que eles disseram:

O nosso programa:

. Apoio à Juventude Social-Democrata.
.Valorização do papel e da opinião da JSD na vida da estrutura.
.Apoio económico-financeiro às actividades da JSD. Incremento da colaboração com as estruturas distrital e nacional da JSD.

Reunião com a jsd:

A candidatura à Comissão Política da Secção da Mealhada do PSD liderada por César Carvalheira reuniu no último Sábado – 22/03/2008 – com a JSD Mealhada.

Esta reunião, que contou com a presença do cabeça de lista César Carvalheira, com o primeiro Vice-presidente António Miguel Ferreira e com um dos Vice-Presidentes à Mesa do Plenário, João Pires, foi transformada em sessão de esclarecimento e teve por objectivo explicitar todos os antecedentes que precederam a candidatura, nomeadamente o envolvimento dos mais destacados militantes na criação duma lista de UNIDADE e CONSENSO, bem como dar conta a esta organização partidária juvenil dos principais projectos que César Carvalheira e a sua equipa pretendem desenvolver nos próximos dois anos caso mereçam a confiança dos militantes nas eleições que se realizarão no próximo dia 11 de Abril.

Naquilo que se pretende venha a ser uma estreita colaboração com a juventude partidária, César Carvalheira colocou acento tónico no seu ante-projecto de candidatura onde se espera uma maior intervenção da juventude nas questões partidárias, aliada a uma maior proximidade com os problemas do concelho e com todos os Munícipes.

No fundo, pretendeu-se mostrar à JSD que o trabalho realizado por esta candidatura não é duma facção minoritária do Partido. É antes um projecto aglutinador que só pode ter sucesso com a colaboração, seja das estruturas concelhias do PSD – JSD e Núcleos – seja do mais anónimo dos militantes. Um projecto que se alheia das rivalidade internas, e trilha o seu caminho com a concretização das suas ideias para tornar o PSD séria alternativa nas próximas eleições autárquicas.

O concelho da Mealhada com os jovens e com o PSD:

É com os jovens do concelho da Mealhada, das oito freguesias do concelho, que queremos estabelecer um pacto.Para isso contaremos com o apoio da estrutura e dos dirigentes da JSD da Mealhada. Dirigentes que têm tido um trabalho a nível distrital por todos elogiado e feito na Mealhada um trabalho notório e de qualidade assumindo muitas vezes posições de maior responsabilidade e qualidade que a liderança do partido.Com os jovens e para os jovens, com o PSD.

O que eles fizeram:

Filiaram na JSD um grupo de 40 jovens para apear Bruno Coimbra da liderança e instalar o cacique, perspectivando as eleições lá para o fim do ano.

O que preparam para o futuro na JSD:

Moção de censura que derrube a JSD; eleições antecipadas e instalação do cacique.

Quem são eles?

São os construtores da unidade e do consenso!

terça-feira, 17 de junho de 2008

O Bo(m)bo...


O Vereador Breda Marques voltou aos “tablóides” locais para dar uma entrevista, desta vez ao Mealhada Moderna.

Dizem as más-línguas que foi a maneira que encontrou de tornear a dificuldade imposta pela Comissão Política Concelhia do PSD, ao “exigir” a Isabel Moreira que retirasse o artigo periódico de Breda Marques naquele jornal.

Mas analisemos o que diz Breda:

No intróito o Vereador afirma que olhar pela sua empresa (os tempos vão difíceis…) e incrementar a colaboração que tem vindo a dar a uma Multinacional são razões mais que suficientes para este afastamento – entenda-se suspensão do Mandato de Vereador por 90 dias.

Até aqui tudo bem, ou se calhar tudo mal para ele, porque isto de “lutar pela vida” está cada vez mais difícil.

O que se segue é, uma vez mais, um exercício da mais pura incoerência política, deixando antever que Breda Marques foi o mais penalizado por uma trama que ele próprio teceu.

Diz-se “à boca cheia” que o Vereador pensou que Carlos Marques fosse um Presidente de transição e que, chegada a altura, este faria o que ele mandasse, ou seja, indicá-lo-ia como candidato à Câmara Municipal.

Assim não aconteceu e Breda tratou de “Louzanizar” Carlos Marques.
Tratou de dividir, até onde lhe foi possível, a anterior Comissão Política e levou “os troféus” a César Carvalheira, com o qual encetou uma estranha união, dificilmente entendível por quase todos os militantes do PSD Mealhada.

Vem agora dizer que tem reservas quanto à actual Comissão Política, que o rumo traçado não é o mais correcto e que César Carvalheira não é uma boa escolha como candidato laranja à CMM.

A rematar vem a hipocrisia:
“ …não há nenhum militante que possa dizer que lhe pedi que votasse em César Carvalheira…”

Uma verdadeira pérola; um atentado à inteligência dos militantes do seu partido e um hipócrita exercício de “virgindade de carácter”…

O que Breda não sabe é que foi “desflorado” pelos seus próprios funcionários e por alguns militantes mais chegados;

O que quer esconder é o buliço do pai (em dia de eleições) na carrinha de César Carvalheira a acartar a família da Lameira até ao Centro Comercial Jardim;

Talvez tente ocultar as palavras da própria mãe à boca da urna: “Deus queira que eu não me arrependa!”

Tenho receio que, com este seu mais recente percurso, seja apelidado de “bobo” e não de “bombo”.

Mas também tenho a sensação que o próprio Breda Marques já se apercebeu disso…