
Ontem, em pleno Parlamento, o Presidente da República deixou um aviso à navegação: os nossos jovens não fazem a mínima ideia do que se passa á sua volta no que diz respeito a politica.
Contornando o tema sob ponto de vista da cidadania, Cavaco referiu que a responsabilidade deste estado de coisas recai, também, sobre os actores políticos.
De facto foram poucos aqueles que responderam acertadamente a questões tão simples como estas:
- Quem foi o primeiro Presidente da República eleito democráticamente em Portugal?
- Quantos países integram a Comunidade Europeia?
- Existe uma maioria Parlamentar na Assembleia da República?
Foi isto que deixou "a nú" um estudo da Universidade Católica.De facto entende-se mal esta realidade.
Será que a educação para a cidadania não terá que ser uma área de responsabilidade partilhada por Pais, Escola, Estado...?
Teremos que abordar a questão "pela rama" esquecendo que muito trabalho há a fazer sobre o ponto de vista da génese do problema?
Estão mal assim as coisas.
Mas como inverter o rumo actual?
Esta problemática encerra questões importantes que estão em nossa casa, nos gabinetes Ministeriais, na escola e no nosso sistema político e partidário.
Estou cansado de ouvir dizer que os jovens não querem saber da política; interessava-me muito mais verificar que existe vontade para debater esta questão de forma aprofundada.
Eu não me resignarei!

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