
A qualidade da Democracia portuguesa está longe de se comparar ás melhores Democracias europeias.
Esta é uma das conclusões a que chegou uma ONG (Organização Não Governamental) britânica que tem por principal objectivo "pôr a ideia democrática em prática" socorrendo-se, também, de estudos como este.
Este estudo teve como objecto 25 dos países da União Europeia e envolve uma avaliação sofisticada, pelo facto de englobar mais itens do que o normal em avaliações deste género.
Além dos aspectos formais, o escrutínio avalia o empenho popular na solução democrática dos seus problemas e a qualidade da Democracia nas relações familiares, por exemplo.
É precisamente nestes aspectos (não formais) que Portugal fica a perder, vendo-se "arrastado" para os últimos lugares da lista.
Participação e Democracia familiar são exemplos disso mesmo, chegando-se á conclusão que as instituições políticas formais estão pouco cercadas de instituições cívicas que as escrutinem.
A todos nós cabe uma quota parte importante da responsabilidade neste quadro; não podemos "atirar sempre as mesmas pedras" aos mesmos: os políticos.

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