
A última Assembleia Municipal deixou transparecer um novo paradigma no Concelho da Mealhada: afinal os “animais políticos” também erram.
Passo a explicar:
Na pretérita sessão de Dezembro Rui Marqueiro “pintou mais um quadro” da sua obra a que deu o nome “Como apear Cabral do poder”. Convidou um novato pintor desconhecido do público (Miguel Felgueiras) e, pela sua mão, desenhou a pastel.
A proposta de mapa de pessoal apresentada por Cabral foi a tela onde Marqueiro “espalhou a sua criatividade”.
Rezam as crónicas que foi um ambiente surreal; Felgueiras a tentar lembrar-se do memorando que Marqueiro lhe ditou no dia anterior, entrecortado com uma linguagem própria de “malha nos nossos”, tão ao jeito do Ministro Augusto Santos Silva.
Mas o que interessava era malhar…
E veio o chumbo Socialista, amenizado por alguns ”fiéis Cabralistas”, mas exponenciado por um PSD que nestas coisas difíceis (???), pede uns minutos para pensar e segue a orientação do “Papa” Peres: sigam Marqueiro.
Carlos Cabral agiu e “aumenta o tempo de antena” de Calhôa na Câmara, fundamentando a sua opção com a malvadeza de Marqueiro.
O “animal político” encontra espaço para mais “um óleo” e conspira com Miguel Ferreira e Cadete, na Quinta dos 3 Pinheiros, pedindo ajuda para pintar o “quadro”.
Havia que, mais uma vez, encostar “Cabral às cordas” e continuar a obra.
E redigiram um texto lindo para levar à Assembleia Municipal de 6 de Fevereiro último.
Dizem os presentes que Marqueiro naquele dia ao entrar na Vasconcelos Lebre ia mais inchado que o habitual, seguríssimo.
Mas houve quem borrasse a pintura: o texto foi chumbado.
Do lado Socialista mudaram-se intenções de voto, do lado do PSD abstenções e atrasos comprometedores…
Marqueiro “espumou” e deixou aflorar aquele jeitinho déspota de quem, mesmo nas derrotas, procura deixar entender que a culpa não foi sua.
O coitado do Rosas da Vacariça ficou completamente “apalermado” com o raspanete que levou.
Também me contaram que “nos amigos de Alex” os tremoços nem com a cerveja iam para baixo.
A Marqueiro cai que nem uma luva o adágio popular: “Um homem carregado de livros (votos do Jorge Carvalho) não é necessariamente um doutor (Presidente de Câmara)”.
Suspeito que isto não fica por aqui e Marqueiro provará do seu próprio veneno não tarda nada.
Duvidam?
Passo a explicar:
Na pretérita sessão de Dezembro Rui Marqueiro “pintou mais um quadro” da sua obra a que deu o nome “Como apear Cabral do poder”. Convidou um novato pintor desconhecido do público (Miguel Felgueiras) e, pela sua mão, desenhou a pastel.
A proposta de mapa de pessoal apresentada por Cabral foi a tela onde Marqueiro “espalhou a sua criatividade”.
Rezam as crónicas que foi um ambiente surreal; Felgueiras a tentar lembrar-se do memorando que Marqueiro lhe ditou no dia anterior, entrecortado com uma linguagem própria de “malha nos nossos”, tão ao jeito do Ministro Augusto Santos Silva.
Mas o que interessava era malhar…
E veio o chumbo Socialista, amenizado por alguns ”fiéis Cabralistas”, mas exponenciado por um PSD que nestas coisas difíceis (???), pede uns minutos para pensar e segue a orientação do “Papa” Peres: sigam Marqueiro.
Carlos Cabral agiu e “aumenta o tempo de antena” de Calhôa na Câmara, fundamentando a sua opção com a malvadeza de Marqueiro.
O “animal político” encontra espaço para mais “um óleo” e conspira com Miguel Ferreira e Cadete, na Quinta dos 3 Pinheiros, pedindo ajuda para pintar o “quadro”.
Havia que, mais uma vez, encostar “Cabral às cordas” e continuar a obra.
E redigiram um texto lindo para levar à Assembleia Municipal de 6 de Fevereiro último.
Dizem os presentes que Marqueiro naquele dia ao entrar na Vasconcelos Lebre ia mais inchado que o habitual, seguríssimo.
Mas houve quem borrasse a pintura: o texto foi chumbado.
Do lado Socialista mudaram-se intenções de voto, do lado do PSD abstenções e atrasos comprometedores…
Marqueiro “espumou” e deixou aflorar aquele jeitinho déspota de quem, mesmo nas derrotas, procura deixar entender que a culpa não foi sua.
O coitado do Rosas da Vacariça ficou completamente “apalermado” com o raspanete que levou.
Também me contaram que “nos amigos de Alex” os tremoços nem com a cerveja iam para baixo.
A Marqueiro cai que nem uma luva o adágio popular: “Um homem carregado de livros (votos do Jorge Carvalho) não é necessariamente um doutor (Presidente de Câmara)”.
Suspeito que isto não fica por aqui e Marqueiro provará do seu próprio veneno não tarda nada.
Duvidam?

11 comentários:
Você deveria olhar para si de alto a baixo e ver a merda que é. Não vale nada. O Jorge Carvalho ao seu lado é um bom político. A dor de corno vai fazer com que enlouqueça ainda mais.
Como se dizia quando eu andava na tropa em Angola, este gajo está chumbadinho de todo.
Carlos Marques depois vá com falinhas mansas pedir emprego ao marqueiro como fez com o peres.
Sinceramente... depois de um post onde se relatam factos que poêm a nú a fragilidade de Marqueiro, surgem comentários estapafúrdios que nada têm a ver com o tema e só servem os interesses de quem os escreve.
A realidade deste Concelho adapta-se à dos seus actores políticos: mera pequenez.
O Senhor autor destes posts não sabe o que diz. Tem vergonha de ser enfermeiro e quer curar as suas frustações atacando todos os que têm provas dadas. O Dr Rui Marqueiro fez mais por esta terra do que este infeliz fará em toda a sua vida. Nem na profissão o querem. Pagam-lhe horas extras e ele em casa.
Também penso que Cabral lhe vai contar uma história...
Foste promovido a idiota mor do concelho.
Ninguém te quer, ninguém te ouve, és um homem só.
Olha...dedica-te aos periquitos.
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